sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Nº50: Serguei Gennadievich Cherbakov


  • Serguei Gennadievich Cherbakov.
  • Médio Ofensivo.
  • Nasceu a 19 de Agosto de 1971 em Donetsk (Ucrânia).
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.
  • 2 Internacionalizações pela Ucrânia.



O número 50 vai servir para homenagear um grande jogador que ficou no início de uma brilhante carreira. Cherbakov, carinhosamente tratado por Cherba, pagou pelos excessos e deixou o Sporting órfão de um jovem com um potencial tremendo que podia ter-se tornado num dos melhores jogadores do mundo. Médio ofensivo, destacava-se pela sua grande qualidade técnica.



Nascido na Ucrânia, em Donetsk, repartiu a sua curta carreira pelos seus 2 clubes do coração: Shakhtar e Sporting. Iniciou-se profissionalmente no Shakhtar no Campeonato Soviético, em 1989, realizando 15 jogos. Na época seguinte, marcou 5 golos em 17 jogos e despontou para o futebol no seu país.



Em 1991, marcou 7 golos em 20 jogos e apareceu no Mundial de Juniores em Lisboa, a última grande competição da URSS. Destacou-se ao ser o melhor marcador com 5 golos e despertou a cobiça dos grandes clubes da Europa.
Em 1992, ainda fez 4 golos em 18 jogos no primeiro campeonato ucraniano, mas foi contratado, quando estava lesionado, por Sousa Cintra para o Sporting.
Em virtude dessa lesão apenas se estreou como suplente utilizado na 11ª jornada em Chaves (2-0) e fez a sua estreia como titular 3 jornadas depois, na recepção ao Marítimo, num dia chuvoso em que o Sporting bateu os madeirenses por 3-2, com os golos leoninos a serem apontados por Cadete aos 8m e 16m e Juskowiak aos 44m. Nesse dia, o Sporting de Bobby Robson alinhou com: Ivkovic; Marinho (Nelson, 82m), Peixe, Barny e Leal; Figo, Valckx, Balakov e Cherbakov; Juskowiak (Amaral, 82m) e Cadete.
Marcou o seu primeiro golo, na 20ª jornada, na vitória por 2-1 em Famalicão. Valckx marcou aos 36m e Cherba marcou aos 71m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Ivkovic; Marinho, Barny, Peixe e Leal; Capucho, Valckx, Balakov, Cherbakov e Figo (Amaral, 86m); Cadete (Iordanov, 73m).
Até ao final da época marcou mais 3 golos: frente ao Chaves (5-0), frente ao Beira-Mar (3-1) e frente ao Marítimo (2-4). Destaque para o fantástico golo apontado ao Beira-Mar em que após canto apontado por Balakov, Cherba de fora da área e sem deixar a bola bater no chão remata de primeira ao ângulo da baliza aveirense. Totais dessa época: 21 jogos e 4 golos.



Na época seguinte, conseguiu a sua primeira internacionalização pela Ucrânia e acabou para o futebol. Estreou-se na 1ª jornada na vitória caseira por 2-1 frente ao Salgueiros, com golos de Cadete aos 15m e Capucho aos 83m: Costinha; Nelson, Carlos Jorge, Valckx e Paulo Torres; Figo (Capucho, 58m), Cherbakov (Juskowiak, 68m), Paulo Sousa, Balakov e Pacheco; Cadete.
Marcou 1 golo no Campeonato na 2ª jornada frente ao Setúbal (3-2) com golos de Yekini, marcando para o Sporting, Balakov aos 55m, Cherbakov aos 58m e Pacheco aos 77m. O outro golo marcado foi na Taça UEFA frente ao Casino Salzburgo na vitória por 2-0. Cherba marcou aos 24m e Cadete marcou aos 64m.
O seu último jogo pelo Sporting foi na derrota por 3-0 em Salzburgo que motivou o despedimento (estúpido) de Bobby Robson. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Costinha; Nelson, Peixe, Valckx, Carlos Jorge (Pacheco, 89m) e Paulo Torres; Figo, Paulo Sousa, Cherbakov e Balakov; Cadete (Capucho, 86m).
No dia 15 de Dezembro, o dia marcante. Depois de um jantar de homenagem a Bobby Robson, Cherbakov passou um vermelho na Avenida da Liberdade e colidiu com outro carro, ficando paraplégico. Emocionante foi o jogo seguinte na Luz em que Figo ao marcar golo, dedica-o a Cherba enquanto chora.
Actualmente vive em Moscovo, mas não deixa de acompanhar o Sporting, sendo que se tem desdobrado em operações para ver se volta a andar. Cherbakov, um jogador que ficará sempre nas nossas memórias!




Carreira

1989: Shakhtar Donetsk

1990: Shakhtar Donetsk

1991: Shakhtar Donetsk

1992/93: Shakhtar Donetsk
Sporting

1993/94: Sporting
(Até Dezembro)

Carreira no Sporting*

1992/93: 17;4 / 4;- / -;-

1993/94: 9;1 / 1;- / 6;1
(Até Dezembro)

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Craque

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Nº49: Paulo Fernando Estalagem Poejo



  • Paulo Fernando Estalagem Poejo.
  • Médio Centro.
  • Nasceu a 30 de Setembro de 1973 em Lisboa.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Poejo foi mais um dos jovens saídos das escolas do Sporting no início dos anos 90 que não vingou na primeira equipa. Apesar disso, acabou por construir uma carreira meritória em clubes portugueses de menor dimensão. Numa primeira fase, foi aposta de Queiroz, mas depois, à imagem de muitos, acabou por sair pela porta pequena para prosseguir a sua carreira da melhor forma. Hoje em dia está retirado do futebol.



Nascido em Lisboa, Paulo Poejo, começou a jogar futebol nas escolinhas do CAC da Pontinha, para onde entrou com apenas 8 anos em 1981. Em 1984 passou para os infantis do Sporting onde realizou o resto da sua formação até chegar a treinar com a equipa principal em 1992/93, sob o comando de Bobby Robson. Teve como prémio a possibilidade de ir para o banco no último jogo do Campeonato, frente ao Paços Ferreira, onde não chegou a jogar.
Na época seguinte, fez parte do plantel principal, mas só conseguiu começar a jogar após a entrada de Carlos Queiroz para o comando técnico. Fez a sua estreia a titular no Campeonato, na 14ª jornada, no empate caseiro frente ao Marítimo (1-1), com o golo do Sporting a ser apontado por Iordanov aos 77m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Costinha; Nélson, Carlos Jorge (Marinho, 60m), Valckx e Paulo Torres; Peixe, Poejo e Paulo Sousa; Iordanov, Juskowiak e Pacheco (Porfírio, 62m).
Realizou ao longo da época 14 jogos no Campeonato e 7 na Taça Portugal. O seu último jogo no Sporting foi na última jornada frente ao Paços Ferreira (3-1, com golos de Carlos Jorge aos 28m e 75m e Paulo Tomás aos 86m). Carlos Queiroz colocou a seguinte equipa a jogar: Costinha; Marinho, Vujacic, Carlos Jorge e Leal; Amaral (Paulo Tomás, 60m), Poejo, Filipe e Pacheco; Cadete e Porfírio (Renato Santos, 55m).
Nessa altura, chegou à selecção de sub-21 onde disputou 6 jogos com 1 golo marcado.



Saiu para o U. Leiria, para ser peça importante de Vítor Manuel no 6º lugar da equipa, realizando 27 jogos e marcando 2 golos. Foi para o E. Amadora realizar 21 jogos antes de regressar a Leiria para fazer um total de 24 jogos na descida de divisão da equipa leiriense.



Em 1997/98, jogou no Desportivo das Aves, numa época difícil da equipa na 2ª Divisão Honra, já que conseguiram a permanência a pouco tempo do final da época. Poejo, à sua conta, realizou 28 jogos e marcou 2 golos.
Na época seguinte, a equipa ficou às portas da subida de divisão sob o comando do Prof. Neca e Poejo voltou a marcar 2 golos, mas apenas em 21 jogos disputados.
Em 1999/00, foi contratado por Carlos Manuel para o Campomaiorense. Tornou-se peça importante do meio campo da equipa alentejana, ao realizar 29 jogos e marcar 1 golo no 13º lugar da equipa no Campeonato. A época seguinte, acabou por marcar a descida da equipa dos Cafés Delta à 2ª Divisão Honra, com Poejo a realizar 26 jogos, marcando 1 golo.



Teve como prémio continuar na principal divisão do futebol português, ao serviço do Alverca, que desceu de divisão, com Poejo a realizar 18 jogos.
Na época seguinte, o Alverca subiu com Poejo a realizar 10 jogos, antes de fazer a sua última época nos Campeonatos profissionais, com apenas 3 jogos ao serviço da equipa ribatejana.
Retirou-se em 2004/05, com apenas 31 anos, depois de disputar 12 jogos ao serviço do Olivais e Moscavide na IIª B.


Carreira

1992/93: Sporting

1993/94: Sporting

1994/95: U. Leiria

1995/96: E. Amadora

1996/97: U. Leiria

1997/98: D. Aves

1998/99: D. Aves

1999/00: Campomaiorense

2000/01: Campomaiorense

2001/02: Alverca

2002/03: Alverca

2003/04: Alverca

2004/05: O. Moscavide

Carreira no Sporting*

1992/93: -;- / -;- / -;-

1993/94: 14;- / 7;- / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

PS: Daqui a 10 dias, o jogador nº50 será uma homenagem a um futebolista a quem a vida pregou uma partida. Não jogou muito tempo, mas ficou no nosso coração e ele próprio ficou com o Sporting no coração. Não é difícil adivinhar...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Nº48: Fernando Justino


  • Fernando Justino.
  • Guarda-Redes.
  • Nasceu a 14 de Outubro de 1960 em Penamacor.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.



O Justino foi um guarda-redes português, formado no Sporting, que acabou por não vingar no futebol português, já que passou mais tempo como crónico suplente do que a titular. No Sporting, apenas jogou uma partida, passando depois por alguns clubes, com especial incidência para um longo período no Belenenses. Faz parte da longa lista de guarda-redes formados no Sporting que não vingou minimamente na equipa principal.


Nascido em Penamacor, fez a sua formação futebolística no Sporting. Na época de 1978/79, fazendo parte da equipa de juniores realizou o seu único jogo pela equipa principal do Sporting. Foi em jogo a contar para os quartos de final da Taça de Portugal, no dia 22 de Abril de 1979, com vitória do Sporting frente ao Famalicão por 2-0 com golos de Vítor Manuel aos 66m e Carlos Freire aos 70m. O treinador Pavic colocou a seguinte equipa em campo: Justino; Ademar, Meneses, Laranjeira e Inácio; Marinho, Aílton (Baltasar, 45m) e Zandonaide; Carlos Freire, Manoel e Rui Jordão (Vítor Manuel, 26m).
Na época seguinte, apesar de fazer parte do plantel principal acabou por não jogar em nenhuma ocasião saindo em 1980 para o Águeda. Do Águeda foi para a U. Leiria onde jogou em apenas 5 partidas no último lugar da equipa no principal escalão do futebol português. Regressou ao Águeda para ser campeão da zona centro.



De seguida, foi contratado pelo Belenenses, então a militar na 2ª Divisão Nacional. A equipa venceu a sua série e subiu ao principal campeonato do futebol português. Na época de 1984/85, o Belenenses classificou-se no 6º lugar, com Justino a jogar em 14 jogos, alternando a titularidade com Melo.
Seguiram-se 4 temporadas seguidas em que foi suplente de Jorge Martins, ficando sem jogar um único jogo do Campeonato, limitando-se a jogos da Taça.
Em 1989/90, jogou em 3 jogos sendo suplente de Mihaylov. Na época seguinte, a sua última no Belenenses jogou mais 3 jogos, sendo suplente de Mihaylov e jogando menos do que o outro guarda-redes: Pedro Espinha.



Na época seguinte, foi para a IIª B representar o Amora, subindo à 2ª Honra. Jogou 13 jogos em 1992/93, na descida de divisão da equipa, para apenas jogar 1 jogo na época seguinte.
A sua última época foi a de 1994/95, ao serviço do Atlético onde jogou em 33 ocasiões. Daí para cá tornou-se treinador de guarda-redes, trabalhando sobretudo com Fernando Santos nas suas passagens pelo Sporting e Benfica. No Sporting trabalhou ainda com José Peseiro antes de voltar a seguir Fernando Santos.



Carreira

1978/79: Sporting

1979/80: Sporting

1980/81: Águeda

1981/82: U. Leiria

1982/83: Águeda

1983/84: Belenenses

1984/85: Belenenses

1985/86: Belenenses

1986/87: Belenenses

1987/88: Belenenses

1988/89: Belenenses

1989/90: Belenenses

1990/91: Belenenses

1991/92: Amora

1992/93: Amora

1993/94: Amora

1994/95: Atlético

Carreira no Sporting*

1978/79: -;- / 1;- / -;-

1979/80: -;- / -;- / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Nº47: Carlos Alexandre Fortes Alhinho



  • Carlos Alexandre Fortes Alhinho.
  • Defesa Central.
  • Nasceu a 10 de Janeiro de 1949 em São Vicente (Cabo Verde).
  • Morreu a 31 de Maio de 2008 em Luanda (Angola).
  • Títulos no Sporting: 1 Campeonato Nacional (1973/74) e 2 Taças de Portugal (1972/73 e 1973/74).
  • 15 Internacionalizações.




Carlos Alhinho foi um dos bons centrais que passou pelo Sporting nos anos 70, conseguindo três títulos nos três anos que vestiu de leão ao peito. Um bom defesa de marcação, não era um craque de alto nível, mas cumpria e fazia o que se pedia a um defesa, ou seja, que não dessem um palmo de terreno aos avançados contrários. Teve uma carreira em que passou pelos três grandes do futebol português, acabando por se tornar um treinador de algum sucesso. Fazia parte de uma família voltada para o futebol, sendo que já faleceu, num acidente bastante estúpido, diga-se. Foi considerado o futebolista cabo-verdiano do século XX.



Nascido em Cabo Verde, fez a sua formação na Académica do Mindelo. Depois, ao querer prosseguir os estudos, rumou a Coimbra para defender as cores da Académica local, ficando por lá durante quatro épocas. Na primeira dessas épocas, realizou 14 jogos.
Na época seguinte, fez um total de 26 jogos, no 10º lugar da equipa. A época de 1970/71, marcou o primeiro golo de Alhinho no Campeonato. Foi apenas 1 golo marcado em 26 jogos a titular, no excelente 5º lugar da equipa de Coimbra. Em 1971/72, a nível colectivo, a época foi terrível com a descida de divisão, mas Alhinho fez 29 jogos e marcou 3 golos o que lhe valeu a transferência para o Sporting na época seguinte.



Logo na primeira época venceu a Taça de Portugal. Estreou-se no Campeonato na 7ª jornada no empate forasteiro no Montijo (0-0) num dia em que Ronnie Allen colocou o Sporting a jogar da seguinte maneira: Damas; José Carlos, Laranjeira, Alhinho e Carlos Pereira; Manaca, Fraguito e Marinho (Pedro Gomes); Nelson (Chico Faria), Yazalde e Vagner Canotilho. Na Taça, foi decisivo ao alinhar em todos os jogos e ao marcar aos 28m o golo do Sporting no terreno da CUF, nas meias-finais. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Damas; José Carlos, Laranjeira, Alhinho e Manaca; Fernando Tomé (Hilário, 80m), Vagner Canotilho e Nelson; Marinho (Chico Faria, 76m), Yazalde e Dinis. No dia 28 de Janeiro de 1973 estreou-se na selecção nacional portuguesa com um empate 1-1 frente à Irlanda do Norte.
A época seguinte foi praticamente perfeita com a conquista da dobradinha e a chegada às meias-finais da Taça das Taças. Alhinho alinhou num total de 42 jogos com 2 golos marcados, ambos no Campeonato. Os golos foram marcados nos seguintes jogos: na goleada por 7-0 em casa do Oriental aos 20m, com os restantes tentos a serem apontados por Yazalde aos 7m, 29m, 30m e 61m, Nando aos 72m e Chico Faria aos 75m; na vitória por 4-1 no Montijo aos 45m com os outros golos a serem da autoria de Marinho aos 68m e 81m e Yazalde aos 77m. Foi titular na final da Taça de Portugal num jogo em que o Sporting venceu o Benfica por 2-1 após prolongamento com Chico Faria a empatar o jogo aos 89m e Marinho a resolver o assunto aos 107m. Nesse dia, Mário Lino colocou a seguinte equipa em jogo: Damas; Manaca, Bastos, Alhinho e Baltasar; Paulo Rocha (Chico Faria, 73m), Vagner Canotilho (Dani, 105m) e Nelson; Marinho, Dé e Dinis.



A época de 1974/75 foi algo conturbada com Mário Lino a sair do comando técnico do Sporting para entrar Di Stefano, que devido a problemas de inscrição nunca chegou a sentar-se no banco. Alhinho fez um total de 37 jogos, no qual sobressai um episódio ocorrido frente ao St.Étienne, no primeiro jogo da Taça dos Campeões Europeus. Moralmente em baixo pela saída de Di Stefano e por alguns maus resultados, o Sporting sofreu um golo aos 15m com alguma responsabilidade de Alhinho. Damas com o seu habitual estilo enraiveceu-se com o central e ambos estiveram muito próximos do confronto físico. No final da época, Alhinho sairia do Sporting por empréstimo para o FC Porto.



Fez 19 jogos e foi para o Bétis onde não jogou. Regressou na época seguinte para jogar no Benfica, marcando 2 golos em 22 jogos, frente ao Atlético e ao Beira-Mar. Na época seguinte, foi emprestado ao Molenbeek da Bélgica para fazer 19 jogos e marcar 1 golo antes de regressar ao Benfica. Nessa época fez 27 jogos, mas foi novamente emprestado ao New England Tea Men, para fazer 16 jogos.
Voltou novamente ao Benfica e fez 21 jogos, para na época seguinte, apenas realizar 4 jogos. No clube da Luz venceu 2 Campeonatos e 2 Taças.
Em 1981/82, foi para o Portimonense para marcar 6 golos em 24 jogos realizados, no 6º lugar da equipa, sendo convocado pela última vez para a selecção. Foi no jogo que Portugal perdeu no Brasil por 3-1 a 5 de Maio de 1982. Na época seguinte, o Portimonense ficou em 9º e Alhinho marcou 3 golos em 27 jogos. A época de 1983/84 foi a sua última no futebol, indo para o Farense realizar 21 jogos.



Iniciou a sua carreira de treinador logo na época seguinte no Lusitano Évora, passando em seguida para a selecção de Cabo Verde. Depois fez 3 épocas seguidas no Académico Viseu, para treinar Penafiel e Portimonense antes de voltar a Viseu. De 1994 a 1996 esteve à frente da selecção angolana para conseguir o primeiro apuramento desta selecção para uma Taça das Nações Africanas. Foi contratado pela equipa do Rei de Marrocos, mas um ano depois voltou ao Benfica para treinar os juvenis da equipa durante essa época de 1997/98. Rumou a Angola para treinar o ASA e novamente a selecção angolana, antes de treinar o Badajoz.
Andou pelo Médio Oriente com enorme sucesso, para em 2008 voltar a Angola. Assinou um contrato de 4 anos com o 1º Maio, mas a tragédia ocorreu. Uma queda estúpida num poço de um elevador provocou a morte deste grande futebolista. Alhinho, um senhor do futebol.


Carreira

1968/69: Académica

1969/70: Académica

1970/71: Académica

1971/72: Académica

1972/73: Sporting

1973/74: Sporting

1974/75: Sporting

1975/76: FC Porto
Bétis

1976/77: Benfica

1977/78: Molenbeek

1978/79: Benfica

1979/80: New England Tea Men
Benfica

1980/81: Benfica

1981/82: Portimonense

1982/83: Portimonense

1983/84: Farense

Carreira no Sporting*

1972/73: 17;- / 5;1 / -;-

1973/74: 30;2 / 4;- / 8;-

1974/75: 30;- / 5;- / 2;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Craque

sábado, 10 de outubro de 2009

Nº46: Renato Jorge Magalhães Dias Assunção


  • Renato Jorge Magalhães Dias Assunção.
  • Defesa Central.
  • Nasceu a 21 de Janeiro de 1973 no Porto.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Renato foi mais um jogador que passou pelo Sporting nos anos 90 e não vingou. Central do Salgueiros, veio pela mão de Carlos Manuel para o Sporting para ser suplente de Beto e Marco Aurélio acabando por fazer a ponta final da terrível época de 1997/98 a titular. Tornou-se depois da sua passagem pelo Sporting o eterno central do União Leiria. Actualmente, voltou ao Salgueiros do seu coração para participar no novo projecto da equipa de Paranhos.


Nascido no Porto, Renato Assunção, começou a jogar no FC Porto, passando nos juvenis para o Salgueiros, na época de 1988/89. Aí completou o seu processo de formação, ascendendo à equipa principal em 1991/92, fazendo apenas 7 jogos no 15º lugar da equipa, sob o comando de Filipovic.
Na época seguinte, a equipa repetiu a classificação e Renato afirmou-se como titular ao lado de Pedro Reis na defesa salgueirista, completando 25 jogos com 1 golo marcado. A época de 1993/94, com Mário Reis foi mais tranquila para a equipa, mas mais intermitente para Renato que alinhou em 16 jogos, alternando com Djoincevic no lugar ao lado de Pedro Reis.
Na seguinte época, o 11º lugar da equipa permitiu mais uma vez a permanência na principal divisão do futebol português. Para isso contribuiu e muito a titularidade de Renato ao lado do eterno Pedro Reis, realizando 24 jogos. Em 1995/96, Mário Reis deixou a equipa mais uma vez a salvo e Renato marcou 1 golo em 29 jogos disputados.



A época de 1996/97, foi sensacional com Carlos Manuel a levar o Salgueiros ao 6º lugar do Campeonato, ficando às portas da Europa. Renato alinhou em 17 jogos. Depois, 1997/98, foi a última época em Vidal Pinheiro para Renato, com 1 golo em 23 jogos a valerem-lhe a transferência na segunda metade da época para o Sporting, com Carlos Manuel.
Estreou-se a titular a 8 de Março de 1998, no empate caseiro com o Marítimo, com o golo do Sporting a ser apontado por Oceano aos 16m. Nesse dia, Carlos Manuel fez alinhar a seguinte equipa: Tiago; Luís Miguel (Ivo Damas, 66m), Marco Aurélio, Renato e Quim Berto; Pedro Barbosa, Oceano, Vidigal (Paulo Alves, 83m) e Afonso Martins (Simão, 51m); Edmilson e Leandro. Jogou em mais 8 jogos até final da época, 7 deles de forma consecutiva.
Na época seguinte, com Jozic apenas fez metade da época em Alvalade, jogando apenas em 2 jogos. O primeiro foi em Vila do Conde ao entrar aos 82m para o lugar de Leandro. O segundo jogo foi a titular, na 8ª jornada, em Faro na vitória do Sporting por 3-1 com golos de Simão aos 29m, Delfim aos 39m e Krpan aos 83m com o golo do Farense a ser marcado por Granov aos 26m. A equipa desse jogo foi a seguinte: Tiago; Saber, Vidigal, Renato e Nuno Valente; Delfim, Duscher e Bino; Simão, Leandro (Krpan, 82m) e Iordanov.
Foi emprestado ao V. Setúbal onde apenas realizou 1 jogo.
Na época seguinte, foi libertado rumo a Leiria para fazer dupla de centrais com o seu velho conhecido Paulo Duarte. Fez logo 32 jogos, contribuindo para o 10º lugar da equipa na geral.
Em 2000/01, fez 31 jogos no fantástico 5º lugar da equipa sob o comando de Manuel José, formando uma zona defensiva tremendamente eficaz com Costinha à baliza e Bilro, Paulo Duarte e Nuno Valente ao seu lado na defesa, uma defesa que se pode considerar sportinguista, dado que Paulo Duarte foi o único que nunca passou pelos quadros leoninos.



Na época seguinte, o 7º lugar foi assegurado já por Vítor Pontes e Renato voltou a comandar a defensiva leiriense ao alinhar em 30 jogos. A época de 2002/03 ficou marcada por novo 5º lugar e chegada à final da Taça de Portugal com Manuel Cajuda ao comando da equipa e Renato a merecer a confiança para liderar a defensiva em 32 jogos, marcando 1 golo.
Em 2003/04, repartiu a época por Leiria com 12 jogos e 2 golos e Matosinhos com 13 jogos pelo Leixões. Regressou na época seguinte, para realizar 30 jogos e marcar 2 golos. Fez mais três épocas em Leiria, com 26, 22 e 4 jogos disputados respectivamente. A época passada resolveu voltar aos relvados depois de anunciar a despedida para representar o Salgueiros 08 nos escalões distritais, disputando 22 jogos e marcando 2 golos.


Carreira

1991/92: Salgueiros

1992/93: Salgueiros

1993/94: Salgueiros

1994/95: Salgueiros

1995/96: Salgueiros

1996/97: Salgueiros

1997/98: Salgueiros
Sporting

1998/99: Sporting
V. Setúbal

1999/00: U. Leiria

2000/01: U. Leiria

2001/02: U. Leiria

2002/03: U. Leiria

2003/04: U. Leiria
Leixões

2004/05: U. Leiria

2005/06: U. Leiria

2006/07: U. Leiria

2007/08: U. Leiria

2008/09: Salgueiros 08

Carreira no Sporting*

1997/98: 9;- / -;- / -;-
(Desde Fevereiro)

1998/99: 2;- / -;- / -;-
(Até Janeiro)

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Nº45: Jorge Amaral Rodrigues


  • Jorge Amaral Rodrigues.
  • Extremo Direito.
  • Nasceu a 1 de Junho de 1970 em João Belo (Moçambique).
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.



O Amaral foi um jogador saído da “cantera” sportinguista, mas que não vingou na primeira equipa. Era um extremo que jogava habitualmente do lado direito, rápido, mas algo trapalhão com a bola nos pés, foi sem surpresa que acabou por abandonar o Sporting na resposta do Benfica aos “roubos” de Paulo Sousa e Pacheco.


Nascido em Moçambique, fez a sua formação nas camadas jovens leoninas. Acabada a formação, no seu primeiro ano de sénior, foi emprestado ao Académico Viseu. Aí destacou-se, no último ano da equipa viseense na divisão principal do futebol português, ao realizar 30 jogos e marcar 1 golo, algo bastante razoável para um jovem de 19 anos. Regressou ao Sporting na época seguinte, depois de ser campeão em Riade de sub-20 e marcar um golo ao Brasil.
Estreou-se pela mão de Raúl Águas, na 21ª jornada, na vitória em Alvalade frente ao Penafiel por 2-1 com golos de Oceano aos 34m e de Luisinho aos 63m. O onze desse jogo foi o seguinte: Ivkovic; Luisinho, Venâncio e Leal; Amaral (Fernando Gomes, 59m), Silas, Oceano e Ali Hassan; Marlon Brandão, Paulinho Cascavel e Cadete (Marinho, 78m). Até ao final da época realizou mais 2 jogos como titular e 3 como suplente utilizado.
Na época seguinte, fez apenas figura de corpo presente já que não representou o Sporting a nível oficial uma única vez, devido a um acidente de viação que o reteve algum tempo.
Em 1991/92, fez 5 jogos no Campeonato, mas nenhum como titular, entrando sempre a partir do banco. Estreou-se logo à 2ª jornada na vitória caseira sobre o Famalicão com golos de Cadete aos 30m, Leal aos 37m e Iordanov aos 57m, entrando aos 73m.



A época de 1992/93, acabou por ser aquela em que Amaral foi mais utilizado ao alinhar em 13 jogos do Campeonato, 3 da Taça e 2 da Taça UEFA. A sua estreia a titular no Campeonato, ocorreu à 7ª jornada na derrota por 1-0 em Barcelos. A equipa desse jogo foi a seguinte: Ivkovic; Marinho, Valckx, Carlos Jorge e Leal; Amaral (Capucho, 57m), Peixe (Iordanov, 72m), Filipe, Balakov e Figo; Cadete.
Finalmente, em 1993/94, faz apenas 5 jogos para o Campeonato. O seu último jogo com a camisola do Sporting foi na última jornada do Campeonato frente ao Paços Ferreira (3-1, com golos de Carlos Jorge aos 28m e 75m e Paulo Tomás aos 86m. Nesse dia, a equipa alinhou com: Costinha; Marinho, Vujacic, Carlos Jorge e Leal; Amaral (Paulo Tomás, 60m), Poejo, Filipe e Pacheco; Cadete e Porfírio (Renato Santos, 55m).
Saiu rumo ao Benfica, juntamente com Marinho, na resposta damasiana aos roubos de Pacheco e Paulo Sousa na época anterior. No Benfica, não foi feliz fazendo 11 jogos e marcando 1 golo, pelo que foi dispensado para o Felgueiras na época seguinte. Essa acabou por ser a sua época mais consistente, desde a estreia com 23 jogos sob o comando de Jorge Jesus, não conseguindo a equipa evitar a descida de divisão depois de uma primeira volta fantástica.
No Benfica, regressando um pouco atrás, foi dele o célebre golo anulado nas Antas, de forma vergonhosa, em jogo a contar para a Supertaça



Amaral ganhou o prémio de continuar no principal campeonato português, com a camisola do Belenenses, realizando 14 jogos. Rumou depois a Setúbal para ficar por lá durante 2 épocas. Na primeira, ainda marcou 2 golos em 17 jogos, mas na segunda época não marcou qualquer golo nos 14 jogos disputados. A sua última época na I Divisão foi a de 1999/00, em que jogou no Santa Clara, aliciado pelo seu bem conhecido Manuel Fernandes. Alinhou em 13 jogos e marcou 1 golo na última jornada do Campeonato frente ao V. Guimarães (3-2). O Santa Clara esteve a vencer por 2-0 com golos de Prokopenko aos 61m e El Idrissi aos 62m, mas o Vitória respondeu por intermédio de Jairson aos 77m e Riva aos 82m. No seguimento do golo de Riva, bola ao centro e um grande slalom de Amaral para marcar o 3-2 final.


Equipa do Santa Clara em 1999/00.
Amaral está na fila de cima, sendo o terceiro a contar da esquerda.

Na época seguinte, foi para o Atlético na 2ª B para ficar por lá durante 3 épocas. A melhor dessas épocas foi a segunda, onde marcou 7 golos em 21 jogos. Em 2003/04, rumou a Olhão para realizar 31 jogos com a camisola do Olhanense. Retirou-se depois de 2 épocas na 3ª divisão ao serviço do Beira-Mar de Monte Gordo.


Carreira

1988/89: Ac. Viseu

1989/90: Sporting

1990/91: Sporting

1991/92: Sporting

1992/93: Sporting

1993/94: Sporting

1994/95: Benfica

1995/96: Felgueiras

1996/97: Belenenses

1997/98: V. Setúbal

1998/99: V. Setúbal

1999/00: Santa Clara

2000/01: Atlético

2001/02: Atlético

2002/03: Atlético

2003/04: Olhanense

2004/05: Beira-Mar MG

2005/06: Beira-Mar MG

Carreira no Sporting*

1989/90: 6;- / 1;- / -;-

1990/91: -;- / -;- / -;-

1991/92: 5;- / 1;-- / 1;-

1992/93: 13;- / 3;- / 2;-

1993/94: 5;- / -;- / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

domingo, 20 de setembro de 2009

4º Treinador: Mirko Jozic


  • Mirko Jozic.
  • Nasceu a 8 de Abril de 1940 e Trilj (Croácia).
  • No Sporting durante: 1 época.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Mirko Jozic foi um treinador que passou pelo Sporting no seu último ano de jejum, não indo além de um 4º lugar no Campeonato. Contudo, esse foi um ano em que talvez mais do que nunca o Sporting foi completamente roubado pelas arbitragens…arbitragens incríveis que se sucediam jogo após jogo e que levaram ao luto pela verdade desportiva. Apesar disso, o Sporting com uma equipa bastante jovem foi preparado para o título da época seguinte, por este homem, que conseguiu pôr a equipa a jogar o melhor futebol que já vi o Sporting jogar desde que me lembre, muito à frente da propalada era Peseiro, sendo traído pelas arbitragens e excessiva juventude e inexperiência da equipa

Jogou até aos 20 anos no Hajduk Split, passando depois para o Osijek onde aproveitou a proximidade da universidade para estudar Educação Física. Esse curso valeu-lhe trabalho logo a seguir à sua retirada do futebol por lesão. Foi trabalhar para o Junak onde conseguiu ascender esta modesta equipa à 2ª Divisão Jugoslava.
Em 1972, iniciou o seu trabalho nas camadas jovens das selecções jugoslavas, o que durou até 1988, ou seja, 16 anos à frente dos destinos do futebol jovem jugoslavo. Nesse tempo, ganha destaque a vitória no Mundial de sub-18 em 1987 com jogadores como Suker, Prosinecki e Boban. Ficou com o coração no Chile e para lá voltou quando rebentou a guerra jugoslava. Esteve uns tempos nas camadas jovens do Colo Colo, passando à equipa principal. Aí, foi logo campeão da Libertadores em 1991.
Voltou a ser campeão antes de sair para a selecção chilena em 1993. Aí fica até 1995, conseguindo alguns bons resultados a princípio, mas depois decepciona.

Tem uma pequena experiência no América do México para depois regressar à Croácia para treinar o Hajduk Split, onde fica uma época antes de rumar ao Al-Hilal da Arábia Saudita. Depois, em 1998 vai para o Newell’s na Argentina onde é contratado por Roquette para treinar o Sporting. Forma uma equipa de jogadores muito jovens e inicia a época com um empate em Setúbal a 1 bola, com o golo do Sporting a ser apontado por Bino aos 53m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Tiago; Saber, Beto, Marco Aurélio e Vinicius; Edmilson (Kmet, 76m), Bino, Delfim, Duscher e Rui Jorge (Quiroga, 65m); Ramírez (Iordanov, 52m).
Tem um bom início de campeonato, pese embora a eliminação na Taça frente ao Gil Vicente e na UEFA frente ao Bolonha e começa a ver arbitragens incríveis a prejudicar o Sporting. Logo à 3ª jornada, o Sporting empata 2-2 com a Académica e vê um golo limpo a ser espoliado a Edmilson, com um fora de jogo inexistente. O árbitro era António Costa e o auxiliar cego Luís Vilhena. Na 7ª jornada, empate em casa com o Beira-Mar com arbitragem terrível de Mário Mendes que até expulsa Ivkovic do banco de suplentes. Os resultados continuavam periclitantes e as arbitragens cada vez pior, até que em Chaves, Jorge Coroado ignora 3 penalties claros, dizendo que estava com azia no dia seguinte, o que faz despoletar a ira leonina. É nessa altura que Leandro e Marco Aurélio saem e entra Acosta e o Sporting faz o luto pela verdade desportiva com um enterro antes do jogo com a Académica e a utilização de faixas e meias pretas. O Sporting vence esse jogo por 5-0 com mais uma fantástica exibição, principalmente de Edmilson que esteve nos 5 golos. O Sporting alinhou com: Tiago; Saber, Marcos, Beto e Vinicius; Delfim (Santamaría, 70m), Vidigal (Duscher, 52m) e Rui Jorge; Simão, Acosta (Krpan, 77m) e Edmilson. Os golos foram marcados por Beto aos 22m, Edmilson aos 28m, Simão aos 58m e Acosta aos 62m e 67m.
Contudo, na jornada seguinte, arbitragem vergonhosa de Isidoro Rodrigues em Campomaior volta a fazer com que o Sporting perca pontos. O último jogo de Jozic no Sporting foi contra o Benfica, mas com Ivkovic no banco, com o resultado a ser 3-3. Os golos foram marcados por Iordanov aos 5m e 38m e Rui Jorge aos 75m e o Sporting alinhou com: Nélson; Saber, Marcos, Beto e Rui Jorge; Pedro Barbosa, Delfim (Krpan, 88m), Duscher e Simão; Iordanov (Vidigal, 63m) e Acosta (Nuno Valente, 80m). Saiu do Sporting mas deixou uma equipa para ser campeã.

Em cima, da esquerda para a direita: Marco Aurélio, Tiago, Beto, Saber, Duscher e Pedro Barbosa.
Em baixo, pela mesma ordem: Edmilson, Rui Jorge, Bino, Leandro e Delfim.

Depois do Sporting foi para os sub-21 croatas, sendo apontado para seleccionar principal, depois do fracasso do Euro 2000. Apurou a equipa com distinção, mas fracassou no Mundial ao não passar da fase de grupos depois de vencer a Itália, mas perder com Equador e México.


Actualmente é director desportivo e responsável pelas camadas jovens do Dínamo Zagreb.

Carreira como treinador

1970/71: Junak

1971/72: Junak

1972 a 1988: Jugoslávia (Camadas Jovens)

1988: Colo Colo (Juvenis)

1990/91: Colo Colo

1991/92: Colo Colo

1992/93: Colo Colo

1994/95: Chile

1995/96: América México
Hajduk Split

1996/97: Al-Hilal

1998: Newell's

1998/99: Sporting

1999/00: Croácia Sub-21

2000 a 2002: Croácia

2006: Dinamo Zagreb

Carreira no Sporting

1998/99: 4º lugar

Avaliação: Craque