quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Nº52: Clayton Ferreira da Cruz


  • Clayton Ferreira da Cruz.
  • Extremo Esquerdo.
  • Nasceu a 19 de Julho de 1975 em Minas Gerais (Brasil).
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Clayton foi um extremo esquerdo brasileiro que passou sem sucesso pelo Sporting durante a época de 2003/04. Com algum prestígio acumulado ao serviço de Santa Clara e FC Porto, revelou-se no Sporting muito susceptível a lesões e não correspondeu ao que se esperava dele aquando da troca com Ricardo Fernandes.


Nascido em Minas Gerais, foi no Atlético Mineiro que iniciou a sua carreira de futebolista. Em 1993 e 1994 fez apenas 4 jogos, mas na época seguinte já jogou mais, 12 jogos e marcou inclusive 2 golos. Nos 3 anos seguintes, realizou mais 32 jogos com 2 golos marcados, tendo ainda uma fugaz passagem pelo Guarani.



Na época de 1999/00, o Santa Clara estreava-se na principal divisão do futebol português e Clayton foi um dos jogadores contratados. Estreou-se frente ao Sporting com uma excelente exibição no empate a 2 bolas. A sua estreia a marcar foi na 5ª jornada e logo com um hat-trick em Vila do Conde na vitória por 5-0 com os restantes 2 golos a serem apontados por George. Marcou em vários jogos consecutivos despertando a atenção de Sporting e FC Porto no Mercado de Inverno, sendo que foi o FC Porto a ganhar a corrida e a contratar este jogador com uma bagagem de 8 golos em 12 jogos pelo Santa Clara.
Nessa época não mais marcou no Campeonato, mas fez 18 jogos pelos azuis e brancos, marcando 1 golo na finalíssima da Taça de Portugal frente ao Sporting (2-0).
Na época seguinte, realizou 16 jogos e marcou 4 golos, sendo que todos os golos foram marcados já na parte final do Campeonato, frente a Alverca, Salgueiros, Braga e Leiria.



A época de 2001/02 foi a sua melhor a nível individual ao contribuir com 5 golos em 28 jogos para um ano infeliz do Porto. Com a chegada de Mourinho iria perder algum espaço, mas mesmo assim ia ser importante em alguns jogos. Fez 12 e marcou 2 golos.
Em 2003/04, Fernando Santos chega ao Sporting e há uma troca de jogadores. Clayton vem para Alvalade e Ricardo Fernandes vai para o Dragão. Estreou-se pelo Sporting ao entrar perto do fim do jogo com o Belenenses. No Campeonato fez apenas 8 jogos, 1 como titular. Em Moreira de Cónegos entrou aos 88m mesmo a tempo de falhar um golo de baliza aberta, o que o catalogou desde logo como erro de casting.
O seu único jogo como titular no Campeonato foi frente ao Belenenses no Restelo, na 19ª jornada, com vitória por 3-1, com golos de Sá Pinto aos 33m, João Pinto aos 68m e Liedson aos 90m, sendo que o golo do Belenenses foi apontado por Marco Paulo aos 30m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Ricardo; Miguel Garcia, Polga, Beto e Rui Jorge; Sá Pinto (Tello, 59m), Custódio, João Pinto (Carlos Martins, 89m) e Clayton (Lourenço, 67m); Sá Pinto e Liedson.
O único golo que marcou pelo Sporting foi na Taça frente ao 1º Dezembro na vitória por 2-0. Clayton marcou aos 66m depois do golo de Liedson aos 46m. A equipa alinhou com: Nélson; Luís Filipe, Hugo (Tello, 25m), Polga e Paíto (Carlos Martins, 71m); Paulo Sérgio (Liedson, 45m), Rui Bento, Paulo Bento, Toñito e Clayton; Lourenço.



Saiu na época seguinte para o Penafiel para fazer 29 jogos e marcar 5 golos no 11º lugar da equipa. Marcou o seu primeiro golo na 4ª jornada frente ao Leiria.
No final da época regressa ao Brasil para o Sport Recife, que o empresta ao Vitória Guimarães, onde fez apenas 6 jogos. Regressa a Recife para ser recambiado de novo para Penafiel onde realiza 21 jogos e marca 3 golos.
Dai para cá encontra-se no Chipre. Em 2007/08, marcou 9 golos em 21 jogos pelo Alki. Em 2008/09, fez 1 golo em 9 jogos pelo Omonia antes de ir para o AEL onde marcou 2 golos em 9 jogos. Esta época encontra-se no mesmo clube, o AEL.


Carreira

1993: Atlético Mineiro

1994: Atlético Mineiro

1995: Atlético Mineiro

1996: Atlético Mineiro

1997: Atlético Mineiro
Guarani

1998: Atlético Mineiro

1999/00: Santa Clara
FC Porto

2000/01: FC Porto

2001/02: FC Porto

2002/03: FC Porto

2003/04: Sporting

2004/05: Penafiel

2005/06: Sport Recife
V. Guimarães

2006/07: Sport Recife
Penafiel

2007/08: Alki

2008/09: Omonia
AEL

2009/10: AEL

Carreira no Sporting*

2003/04: 8;- / 1;1 / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Nº51: José Manuel Forbs

  • José Manuel Forbs.
  • Avançado.
  • Nasceu a 15 de Agosto de 1963 em Monsoa (Guiné-Bissau).
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.



O Forbs foi um avançado guineense que passou pelo Sporting nos anos 80, sem grande sucesso. De facto, pouco jogou nas duas primeiras épocas que passou em Alvalade, sendo que a sua melhor época no Sporting foi quando regressou depois de um período de empréstimo, conseguindo destacar-se na confusão que foi o Sporting de Jorge Gonçalves. Passou depois por outros clubes portugueses com maior destaque, acabando a carreira em 1997/98 no decadente Tirsense.



Nascido na Guiné-Bissau, José Forbs fez a sua formação no Ténis Bissau, para depois se tornar profissional no UDI Bissau, onde marcou 10 golos na primeira época.
Ganhou o passaporte para Portugal para vir representar o Bombarralense, sendo contratado pelo Peniche na época seguinte. Foi um dos destaques da equipa que acabou em 2º na Zona Centro da II Divisão, atraindo o interesse do Sporting que o contratou para a época de 1984/85, juntamente com o treinador John Toshack e os jogadores Damas, Sousa, Jaime Pacheco, Oceano e Eldon. Dos juniores subiriam Fernando Mendes e Litos e a meio da época chegaria Saucedo.
Estreou-se como suplente utilizado na 1ª jornada, mas apenas voltaria a jogar na 23ª jornada, sendo utilizado em todos os jogos até final. Nesse jogo da 23ª jornada estreou-se a titular no Restelo, com vitória por 3-0 com golos de Sousa aos 38m, Eldon aos 51m e Manuel Fernandes aos 61m. O Sporting alinhou com: Damas; Carlos Xavier, Morato, Oceano e Mário Jorge; Jaime Pacheco (Gabriel, 84m), Sousa e Litos; Eldon, Manuel Fernandes e Forbs.
Marcou o seu primeiro golo com a camisola do Sporting em jogo da Taça de Portugal frente ao Valonguense fechando a goleada de 8-0.

Equipa de 1985/86.
Em cima, da esquerda para a direita: Venâncio, Sousa, Morato, Gabriel, Romeu e Damas.
Em baixo pela mesma ordem: Litos, Forbs, Manuel Fernandes, Jaime Pacheco e Mário Jorge.

Na época seguinte, apenas jogou por 6 vezes, estreando-se como titular logo à 3ª jornada frente ao Chaves, com vitória por 3-0 com golos de Saucedo aos 44m e Manuel Fernandes aos 50m e 65m. Nesse dia, Manuel José alinhou da seguinte maneira: Damas; Gabriel, Morato, Venâncio e Romeu; Carlos Xavier (Saucedo, 40m), Jaime Pacheco (Litos, 66m) e Sousa; Forbs, Manuel Fernandes e Jordão.
Na época seguinte, foi emprestado ao Portimonense e foi o 2º melhor marcador da equipa de Vítor Oliveira que se classificou em 9º lugar, sendo apenas ultrapassado por Luciano. Ao todo foram 6 golos em 26 jogos.
Em 1987/88, foi destaque no 13º lugar da equipa ao sagrar-se o melhor marcador com 12 golos em 36 jogos, conseguindo o dobro dos golos do 2º melhor marcador que foi César Brito. Esta época foi determinante para que regressasse a Alvalade.
Estreou-se como titular à 4ª jornada, novamente contra o Chaves com nova vitória por 3-0, com golos de Oceano aos 22m, Silas aos 39m e Paulinho Cascavel aos 62m. O Sporting de Pedro Rocha alinhou com: Rodríguez; João Luís, Miguel, Morato e Fernando Mendes (Mário Jorge, 74m); Silas (Carlos Xavier, 78m), Oceano, Carlos Manuel e Litos; Forbs e Paulinho Cascavel.
Fez um total de 37 jogos e marcou 6 golos. 2 desses golos foram na Taça, frente ao Elvas (6-0). Os outros golos foram no Campeonato: nas vitórias frente ao V. Setúbal (4-3), Fafe (3-1) e Nacional (4-0) e no empate frente ao Marítimo (2-2). O seu último jogo pelo Sporting foi na copiosa derrota frente ao FC Porto por 3-0.



Saiu para o Boavista para marcar 7 golos em 28 jogos no 8º lugar da equipa axadrezada, ficando atrás de Jorge Andrade e Isaías em termos de golos marcados.
Foi contratado pelo Sporting de Braga, onde ficou durante 5 épocas. Na primeira época realizou 34 jogos, alternando a titularidade com o banco de suplentes, marcando 8 golos.
Na época seguinte, apenas marcou 4 golos em 30 jogos, mas foi um complemento importante para Chiquinho Carlos, o melhor marcador da equipa com 15 golos.
A época de 1992/93, voltou a colocar o Braga na luta pela manutenção que foi conseguida e Forbs foi o melhor marcador com 8 golos em 34 jogos, tendo como colegas da frente de ataque Toni e Chiquinho Carlos.



Em 1993/94, apenas marcou 2 golos em 17 jogos e na época seguinte não conseguiu qualquer golo em 14 jogos, saindo no final da época.
Foi para a IIª Divisão Honra, para o Penafiel onde marcou 8 golos em 28 jogos, sendo o 3º melhor marcador de uma equipa muito goleadora, pois o melhor marcador Moura teve 18 golos e Marcão marcou 11 golos.
Na época seguinte, marcou apenas 4 golos em 29 jogos, saindo no final da época para o Tirsense onde encerrou a carreira com 1 golo em 20 jogos, sendo mesmo assim o 2º melhor marcador da equipa.

Carreira

1981/82: UDI Bissau

1982/83: Bombarralense

1983/84: Peniche

1984/85: Sporting

1985/86: Sporting

1986/87: Portimonense

1987/88: Portimonense

1988/89: Sporting

1989/90: Boavista

1990/91: Sp. Braga

1991/92: Sp. Braga

1992/93: Sp. Braga

1993/94: Sp. Braga

1994/95: Sp. Braga

1995/96: Penafiel

1996/97: Penafiel

1997/98: Tirsense

Carreira no Sporting*

1984/85: 9;- / 1;- / -;-

1985/86: 4;- / 2;- / -;-

1988/89: 29;4 / 4;2 / 4;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Nº50: Serguei Gennadievich Cherbakov


  • Serguei Gennadievich Cherbakov.
  • Médio Ofensivo.
  • Nasceu a 19 de Agosto de 1971 em Donetsk (Ucrânia).
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.
  • 2 Internacionalizações pela Ucrânia.



O número 50 vai servir para homenagear um grande jogador que ficou no início de uma brilhante carreira. Cherbakov, carinhosamente tratado por Cherba, pagou pelos excessos e deixou o Sporting órfão de um jovem com um potencial tremendo que podia ter-se tornado num dos melhores jogadores do mundo. Médio ofensivo, destacava-se pela sua grande qualidade técnica.



Nascido na Ucrânia, em Donetsk, repartiu a sua curta carreira pelos seus 2 clubes do coração: Shakhtar e Sporting. Iniciou-se profissionalmente no Shakhtar no Campeonato Soviético, em 1989, realizando 15 jogos. Na época seguinte, marcou 5 golos em 17 jogos e despontou para o futebol no seu país.



Em 1991, marcou 7 golos em 20 jogos e apareceu no Mundial de Juniores em Lisboa, a última grande competição da URSS. Destacou-se ao ser o melhor marcador com 5 golos e despertou a cobiça dos grandes clubes da Europa.
Em 1992, ainda fez 4 golos em 18 jogos no primeiro campeonato ucraniano, mas foi contratado, quando estava lesionado, por Sousa Cintra para o Sporting.
Em virtude dessa lesão apenas se estreou como suplente utilizado na 11ª jornada em Chaves (2-0) e fez a sua estreia como titular 3 jornadas depois, na recepção ao Marítimo, num dia chuvoso em que o Sporting bateu os madeirenses por 3-2, com os golos leoninos a serem apontados por Cadete aos 8m e 16m e Juskowiak aos 44m. Nesse dia, o Sporting de Bobby Robson alinhou com: Ivkovic; Marinho (Nelson, 82m), Peixe, Barny e Leal; Figo, Valckx, Balakov e Cherbakov; Juskowiak (Amaral, 82m) e Cadete.
Marcou o seu primeiro golo, na 20ª jornada, na vitória por 2-1 em Famalicão. Valckx marcou aos 36m e Cherba marcou aos 71m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Ivkovic; Marinho, Barny, Peixe e Leal; Capucho, Valckx, Balakov, Cherbakov e Figo (Amaral, 86m); Cadete (Iordanov, 73m).
Até ao final da época marcou mais 3 golos: frente ao Chaves (5-0), frente ao Beira-Mar (3-1) e frente ao Marítimo (2-4). Destaque para o fantástico golo apontado ao Beira-Mar em que após canto apontado por Balakov, Cherba de fora da área e sem deixar a bola bater no chão remata de primeira ao ângulo da baliza aveirense. Totais dessa época: 21 jogos e 4 golos.



Na época seguinte, conseguiu a sua primeira internacionalização pela Ucrânia e acabou para o futebol. Estreou-se na 1ª jornada na vitória caseira por 2-1 frente ao Salgueiros, com golos de Cadete aos 15m e Capucho aos 83m: Costinha; Nelson, Carlos Jorge, Valckx e Paulo Torres; Figo (Capucho, 58m), Cherbakov (Juskowiak, 68m), Paulo Sousa, Balakov e Pacheco; Cadete.
Marcou 1 golo no Campeonato na 2ª jornada frente ao Setúbal (3-2) com golos de Yekini, marcando para o Sporting, Balakov aos 55m, Cherbakov aos 58m e Pacheco aos 77m. O outro golo marcado foi na Taça UEFA frente ao Casino Salzburgo na vitória por 2-0. Cherba marcou aos 24m e Cadete marcou aos 64m.
O seu último jogo pelo Sporting foi na derrota por 3-0 em Salzburgo que motivou o despedimento (estúpido) de Bobby Robson. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Costinha; Nelson, Peixe, Valckx, Carlos Jorge (Pacheco, 89m) e Paulo Torres; Figo, Paulo Sousa, Cherbakov e Balakov; Cadete (Capucho, 86m).
No dia 15 de Dezembro, o dia marcante. Depois de um jantar de homenagem a Bobby Robson, Cherbakov passou um vermelho na Avenida da Liberdade e colidiu com outro carro, ficando paraplégico. Emocionante foi o jogo seguinte na Luz em que Figo ao marcar golo, dedica-o a Cherba enquanto chora.
Actualmente vive em Moscovo, mas não deixa de acompanhar o Sporting, sendo que se tem desdobrado em operações para ver se volta a andar. Cherbakov, um jogador que ficará sempre nas nossas memórias!




Carreira

1989: Shakhtar Donetsk

1990: Shakhtar Donetsk

1991: Shakhtar Donetsk

1992/93: Shakhtar Donetsk
Sporting

1993/94: Sporting
(Até Dezembro)

Carreira no Sporting*

1992/93: 17;4 / 4;- / -;-

1993/94: 9;1 / 1;- / 6;1
(Até Dezembro)

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Craque

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Nº49: Paulo Fernando Estalagem Poejo



  • Paulo Fernando Estalagem Poejo.
  • Médio Centro.
  • Nasceu a 30 de Setembro de 1973 em Lisboa.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Poejo foi mais um dos jovens saídos das escolas do Sporting no início dos anos 90 que não vingou na primeira equipa. Apesar disso, acabou por construir uma carreira meritória em clubes portugueses de menor dimensão. Numa primeira fase, foi aposta de Queiroz, mas depois, à imagem de muitos, acabou por sair pela porta pequena para prosseguir a sua carreira da melhor forma. Hoje em dia está retirado do futebol.



Nascido em Lisboa, Paulo Poejo, começou a jogar futebol nas escolinhas do CAC da Pontinha, para onde entrou com apenas 8 anos em 1981. Em 1984 passou para os infantis do Sporting onde realizou o resto da sua formação até chegar a treinar com a equipa principal em 1992/93, sob o comando de Bobby Robson. Teve como prémio a possibilidade de ir para o banco no último jogo do Campeonato, frente ao Paços Ferreira, onde não chegou a jogar.
Na época seguinte, fez parte do plantel principal, mas só conseguiu começar a jogar após a entrada de Carlos Queiroz para o comando técnico. Fez a sua estreia a titular no Campeonato, na 14ª jornada, no empate caseiro frente ao Marítimo (1-1), com o golo do Sporting a ser apontado por Iordanov aos 77m. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Costinha; Nélson, Carlos Jorge (Marinho, 60m), Valckx e Paulo Torres; Peixe, Poejo e Paulo Sousa; Iordanov, Juskowiak e Pacheco (Porfírio, 62m).
Realizou ao longo da época 14 jogos no Campeonato e 7 na Taça Portugal. O seu último jogo no Sporting foi na última jornada frente ao Paços Ferreira (3-1, com golos de Carlos Jorge aos 28m e 75m e Paulo Tomás aos 86m). Carlos Queiroz colocou a seguinte equipa a jogar: Costinha; Marinho, Vujacic, Carlos Jorge e Leal; Amaral (Paulo Tomás, 60m), Poejo, Filipe e Pacheco; Cadete e Porfírio (Renato Santos, 55m).
Nessa altura, chegou à selecção de sub-21 onde disputou 6 jogos com 1 golo marcado.



Saiu para o U. Leiria, para ser peça importante de Vítor Manuel no 6º lugar da equipa, realizando 27 jogos e marcando 2 golos. Foi para o E. Amadora realizar 21 jogos antes de regressar a Leiria para fazer um total de 24 jogos na descida de divisão da equipa leiriense.



Em 1997/98, jogou no Desportivo das Aves, numa época difícil da equipa na 2ª Divisão Honra, já que conseguiram a permanência a pouco tempo do final da época. Poejo, à sua conta, realizou 28 jogos e marcou 2 golos.
Na época seguinte, a equipa ficou às portas da subida de divisão sob o comando do Prof. Neca e Poejo voltou a marcar 2 golos, mas apenas em 21 jogos disputados.
Em 1999/00, foi contratado por Carlos Manuel para o Campomaiorense. Tornou-se peça importante do meio campo da equipa alentejana, ao realizar 29 jogos e marcar 1 golo no 13º lugar da equipa no Campeonato. A época seguinte, acabou por marcar a descida da equipa dos Cafés Delta à 2ª Divisão Honra, com Poejo a realizar 26 jogos, marcando 1 golo.



Teve como prémio continuar na principal divisão do futebol português, ao serviço do Alverca, que desceu de divisão, com Poejo a realizar 18 jogos.
Na época seguinte, o Alverca subiu com Poejo a realizar 10 jogos, antes de fazer a sua última época nos Campeonatos profissionais, com apenas 3 jogos ao serviço da equipa ribatejana.
Retirou-se em 2004/05, com apenas 31 anos, depois de disputar 12 jogos ao serviço do Olivais e Moscavide na IIª B.


Carreira

1992/93: Sporting

1993/94: Sporting

1994/95: U. Leiria

1995/96: E. Amadora

1996/97: U. Leiria

1997/98: D. Aves

1998/99: D. Aves

1999/00: Campomaiorense

2000/01: Campomaiorense

2001/02: Alverca

2002/03: Alverca

2003/04: Alverca

2004/05: O. Moscavide

Carreira no Sporting*

1992/93: -;- / -;- / -;-

1993/94: 14;- / 7;- / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

PS: Daqui a 10 dias, o jogador nº50 será uma homenagem a um futebolista a quem a vida pregou uma partida. Não jogou muito tempo, mas ficou no nosso coração e ele próprio ficou com o Sporting no coração. Não é difícil adivinhar...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Nº48: Fernando Justino


  • Fernando Justino.
  • Guarda-Redes.
  • Nasceu a 14 de Outubro de 1960 em Penamacor.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.



O Justino foi um guarda-redes português, formado no Sporting, que acabou por não vingar no futebol português, já que passou mais tempo como crónico suplente do que a titular. No Sporting, apenas jogou uma partida, passando depois por alguns clubes, com especial incidência para um longo período no Belenenses. Faz parte da longa lista de guarda-redes formados no Sporting que não vingou minimamente na equipa principal.


Nascido em Penamacor, fez a sua formação futebolística no Sporting. Na época de 1978/79, fazendo parte da equipa de juniores realizou o seu único jogo pela equipa principal do Sporting. Foi em jogo a contar para os quartos de final da Taça de Portugal, no dia 22 de Abril de 1979, com vitória do Sporting frente ao Famalicão por 2-0 com golos de Vítor Manuel aos 66m e Carlos Freire aos 70m. O treinador Pavic colocou a seguinte equipa em campo: Justino; Ademar, Meneses, Laranjeira e Inácio; Marinho, Aílton (Baltasar, 45m) e Zandonaide; Carlos Freire, Manoel e Rui Jordão (Vítor Manuel, 26m).
Na época seguinte, apesar de fazer parte do plantel principal acabou por não jogar em nenhuma ocasião saindo em 1980 para o Águeda. Do Águeda foi para a U. Leiria onde jogou em apenas 5 partidas no último lugar da equipa no principal escalão do futebol português. Regressou ao Águeda para ser campeão da zona centro.



De seguida, foi contratado pelo Belenenses, então a militar na 2ª Divisão Nacional. A equipa venceu a sua série e subiu ao principal campeonato do futebol português. Na época de 1984/85, o Belenenses classificou-se no 6º lugar, com Justino a jogar em 14 jogos, alternando a titularidade com Melo.
Seguiram-se 4 temporadas seguidas em que foi suplente de Jorge Martins, ficando sem jogar um único jogo do Campeonato, limitando-se a jogos da Taça.
Em 1989/90, jogou em 3 jogos sendo suplente de Mihaylov. Na época seguinte, a sua última no Belenenses jogou mais 3 jogos, sendo suplente de Mihaylov e jogando menos do que o outro guarda-redes: Pedro Espinha.



Na época seguinte, foi para a IIª B representar o Amora, subindo à 2ª Honra. Jogou 13 jogos em 1992/93, na descida de divisão da equipa, para apenas jogar 1 jogo na época seguinte.
A sua última época foi a de 1994/95, ao serviço do Atlético onde jogou em 33 ocasiões. Daí para cá tornou-se treinador de guarda-redes, trabalhando sobretudo com Fernando Santos nas suas passagens pelo Sporting e Benfica. No Sporting trabalhou ainda com José Peseiro antes de voltar a seguir Fernando Santos.



Carreira

1978/79: Sporting

1979/80: Sporting

1980/81: Águeda

1981/82: U. Leiria

1982/83: Águeda

1983/84: Belenenses

1984/85: Belenenses

1985/86: Belenenses

1986/87: Belenenses

1987/88: Belenenses

1988/89: Belenenses

1989/90: Belenenses

1990/91: Belenenses

1991/92: Amora

1992/93: Amora

1993/94: Amora

1994/95: Atlético

Carreira no Sporting*

1978/79: -;- / 1;- / -;-

1979/80: -;- / -;- / -;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Nº47: Carlos Alexandre Fortes Alhinho



  • Carlos Alexandre Fortes Alhinho.
  • Defesa Central.
  • Nasceu a 10 de Janeiro de 1949 em São Vicente (Cabo Verde).
  • Morreu a 31 de Maio de 2008 em Luanda (Angola).
  • Títulos no Sporting: 1 Campeonato Nacional (1973/74) e 2 Taças de Portugal (1972/73 e 1973/74).
  • 15 Internacionalizações.




Carlos Alhinho foi um dos bons centrais que passou pelo Sporting nos anos 70, conseguindo três títulos nos três anos que vestiu de leão ao peito. Um bom defesa de marcação, não era um craque de alto nível, mas cumpria e fazia o que se pedia a um defesa, ou seja, que não dessem um palmo de terreno aos avançados contrários. Teve uma carreira em que passou pelos três grandes do futebol português, acabando por se tornar um treinador de algum sucesso. Fazia parte de uma família voltada para o futebol, sendo que já faleceu, num acidente bastante estúpido, diga-se. Foi considerado o futebolista cabo-verdiano do século XX.



Nascido em Cabo Verde, fez a sua formação na Académica do Mindelo. Depois, ao querer prosseguir os estudos, rumou a Coimbra para defender as cores da Académica local, ficando por lá durante quatro épocas. Na primeira dessas épocas, realizou 14 jogos.
Na época seguinte, fez um total de 26 jogos, no 10º lugar da equipa. A época de 1970/71, marcou o primeiro golo de Alhinho no Campeonato. Foi apenas 1 golo marcado em 26 jogos a titular, no excelente 5º lugar da equipa de Coimbra. Em 1971/72, a nível colectivo, a época foi terrível com a descida de divisão, mas Alhinho fez 29 jogos e marcou 3 golos o que lhe valeu a transferência para o Sporting na época seguinte.



Logo na primeira época venceu a Taça de Portugal. Estreou-se no Campeonato na 7ª jornada no empate forasteiro no Montijo (0-0) num dia em que Ronnie Allen colocou o Sporting a jogar da seguinte maneira: Damas; José Carlos, Laranjeira, Alhinho e Carlos Pereira; Manaca, Fraguito e Marinho (Pedro Gomes); Nelson (Chico Faria), Yazalde e Vagner Canotilho. Na Taça, foi decisivo ao alinhar em todos os jogos e ao marcar aos 28m o golo do Sporting no terreno da CUF, nas meias-finais. Nesse dia, o Sporting alinhou com: Damas; José Carlos, Laranjeira, Alhinho e Manaca; Fernando Tomé (Hilário, 80m), Vagner Canotilho e Nelson; Marinho (Chico Faria, 76m), Yazalde e Dinis. No dia 28 de Janeiro de 1973 estreou-se na selecção nacional portuguesa com um empate 1-1 frente à Irlanda do Norte.
A época seguinte foi praticamente perfeita com a conquista da dobradinha e a chegada às meias-finais da Taça das Taças. Alhinho alinhou num total de 42 jogos com 2 golos marcados, ambos no Campeonato. Os golos foram marcados nos seguintes jogos: na goleada por 7-0 em casa do Oriental aos 20m, com os restantes tentos a serem apontados por Yazalde aos 7m, 29m, 30m e 61m, Nando aos 72m e Chico Faria aos 75m; na vitória por 4-1 no Montijo aos 45m com os outros golos a serem da autoria de Marinho aos 68m e 81m e Yazalde aos 77m. Foi titular na final da Taça de Portugal num jogo em que o Sporting venceu o Benfica por 2-1 após prolongamento com Chico Faria a empatar o jogo aos 89m e Marinho a resolver o assunto aos 107m. Nesse dia, Mário Lino colocou a seguinte equipa em jogo: Damas; Manaca, Bastos, Alhinho e Baltasar; Paulo Rocha (Chico Faria, 73m), Vagner Canotilho (Dani, 105m) e Nelson; Marinho, Dé e Dinis.



A época de 1974/75 foi algo conturbada com Mário Lino a sair do comando técnico do Sporting para entrar Di Stefano, que devido a problemas de inscrição nunca chegou a sentar-se no banco. Alhinho fez um total de 37 jogos, no qual sobressai um episódio ocorrido frente ao St.Étienne, no primeiro jogo da Taça dos Campeões Europeus. Moralmente em baixo pela saída de Di Stefano e por alguns maus resultados, o Sporting sofreu um golo aos 15m com alguma responsabilidade de Alhinho. Damas com o seu habitual estilo enraiveceu-se com o central e ambos estiveram muito próximos do confronto físico. No final da época, Alhinho sairia do Sporting por empréstimo para o FC Porto.



Fez 19 jogos e foi para o Bétis onde não jogou. Regressou na época seguinte para jogar no Benfica, marcando 2 golos em 22 jogos, frente ao Atlético e ao Beira-Mar. Na época seguinte, foi emprestado ao Molenbeek da Bélgica para fazer 19 jogos e marcar 1 golo antes de regressar ao Benfica. Nessa época fez 27 jogos, mas foi novamente emprestado ao New England Tea Men, para fazer 16 jogos.
Voltou novamente ao Benfica e fez 21 jogos, para na época seguinte, apenas realizar 4 jogos. No clube da Luz venceu 2 Campeonatos e 2 Taças.
Em 1981/82, foi para o Portimonense para marcar 6 golos em 24 jogos realizados, no 6º lugar da equipa, sendo convocado pela última vez para a selecção. Foi no jogo que Portugal perdeu no Brasil por 3-1 a 5 de Maio de 1982. Na época seguinte, o Portimonense ficou em 9º e Alhinho marcou 3 golos em 27 jogos. A época de 1983/84 foi a sua última no futebol, indo para o Farense realizar 21 jogos.



Iniciou a sua carreira de treinador logo na época seguinte no Lusitano Évora, passando em seguida para a selecção de Cabo Verde. Depois fez 3 épocas seguidas no Académico Viseu, para treinar Penafiel e Portimonense antes de voltar a Viseu. De 1994 a 1996 esteve à frente da selecção angolana para conseguir o primeiro apuramento desta selecção para uma Taça das Nações Africanas. Foi contratado pela equipa do Rei de Marrocos, mas um ano depois voltou ao Benfica para treinar os juvenis da equipa durante essa época de 1997/98. Rumou a Angola para treinar o ASA e novamente a selecção angolana, antes de treinar o Badajoz.
Andou pelo Médio Oriente com enorme sucesso, para em 2008 voltar a Angola. Assinou um contrato de 4 anos com o 1º Maio, mas a tragédia ocorreu. Uma queda estúpida num poço de um elevador provocou a morte deste grande futebolista. Alhinho, um senhor do futebol.


Carreira

1968/69: Académica

1969/70: Académica

1970/71: Académica

1971/72: Académica

1972/73: Sporting

1973/74: Sporting

1974/75: Sporting

1975/76: FC Porto
Bétis

1976/77: Benfica

1977/78: Molenbeek

1978/79: Benfica

1979/80: New England Tea Men
Benfica

1980/81: Benfica

1981/82: Portimonense

1982/83: Portimonense

1983/84: Farense

Carreira no Sporting*

1972/73: 17;- / 5;1 / -;-

1973/74: 30;2 / 4;- / 8;-

1974/75: 30;- / 5;- / 2;-

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Craque

sábado, 10 de outubro de 2009

Nº46: Renato Jorge Magalhães Dias Assunção


  • Renato Jorge Magalhães Dias Assunção.
  • Defesa Central.
  • Nasceu a 21 de Janeiro de 1973 no Porto.
  • Títulos no Sporting: Nada a assinalar.


O Renato foi mais um jogador que passou pelo Sporting nos anos 90 e não vingou. Central do Salgueiros, veio pela mão de Carlos Manuel para o Sporting para ser suplente de Beto e Marco Aurélio acabando por fazer a ponta final da terrível época de 1997/98 a titular. Tornou-se depois da sua passagem pelo Sporting o eterno central do União Leiria. Actualmente, voltou ao Salgueiros do seu coração para participar no novo projecto da equipa de Paranhos.


Nascido no Porto, Renato Assunção, começou a jogar no FC Porto, passando nos juvenis para o Salgueiros, na época de 1988/89. Aí completou o seu processo de formação, ascendendo à equipa principal em 1991/92, fazendo apenas 7 jogos no 15º lugar da equipa, sob o comando de Filipovic.
Na época seguinte, a equipa repetiu a classificação e Renato afirmou-se como titular ao lado de Pedro Reis na defesa salgueirista, completando 25 jogos com 1 golo marcado. A época de 1993/94, com Mário Reis foi mais tranquila para a equipa, mas mais intermitente para Renato que alinhou em 16 jogos, alternando com Djoincevic no lugar ao lado de Pedro Reis.
Na seguinte época, o 11º lugar da equipa permitiu mais uma vez a permanência na principal divisão do futebol português. Para isso contribuiu e muito a titularidade de Renato ao lado do eterno Pedro Reis, realizando 24 jogos. Em 1995/96, Mário Reis deixou a equipa mais uma vez a salvo e Renato marcou 1 golo em 29 jogos disputados.



A época de 1996/97, foi sensacional com Carlos Manuel a levar o Salgueiros ao 6º lugar do Campeonato, ficando às portas da Europa. Renato alinhou em 17 jogos. Depois, 1997/98, foi a última época em Vidal Pinheiro para Renato, com 1 golo em 23 jogos a valerem-lhe a transferência na segunda metade da época para o Sporting, com Carlos Manuel.
Estreou-se a titular a 8 de Março de 1998, no empate caseiro com o Marítimo, com o golo do Sporting a ser apontado por Oceano aos 16m. Nesse dia, Carlos Manuel fez alinhar a seguinte equipa: Tiago; Luís Miguel (Ivo Damas, 66m), Marco Aurélio, Renato e Quim Berto; Pedro Barbosa, Oceano, Vidigal (Paulo Alves, 83m) e Afonso Martins (Simão, 51m); Edmilson e Leandro. Jogou em mais 8 jogos até final da época, 7 deles de forma consecutiva.
Na época seguinte, com Jozic apenas fez metade da época em Alvalade, jogando apenas em 2 jogos. O primeiro foi em Vila do Conde ao entrar aos 82m para o lugar de Leandro. O segundo jogo foi a titular, na 8ª jornada, em Faro na vitória do Sporting por 3-1 com golos de Simão aos 29m, Delfim aos 39m e Krpan aos 83m com o golo do Farense a ser marcado por Granov aos 26m. A equipa desse jogo foi a seguinte: Tiago; Saber, Vidigal, Renato e Nuno Valente; Delfim, Duscher e Bino; Simão, Leandro (Krpan, 82m) e Iordanov.
Foi emprestado ao V. Setúbal onde apenas realizou 1 jogo.
Na época seguinte, foi libertado rumo a Leiria para fazer dupla de centrais com o seu velho conhecido Paulo Duarte. Fez logo 32 jogos, contribuindo para o 10º lugar da equipa na geral.
Em 2000/01, fez 31 jogos no fantástico 5º lugar da equipa sob o comando de Manuel José, formando uma zona defensiva tremendamente eficaz com Costinha à baliza e Bilro, Paulo Duarte e Nuno Valente ao seu lado na defesa, uma defesa que se pode considerar sportinguista, dado que Paulo Duarte foi o único que nunca passou pelos quadros leoninos.



Na época seguinte, o 7º lugar foi assegurado já por Vítor Pontes e Renato voltou a comandar a defensiva leiriense ao alinhar em 30 jogos. A época de 2002/03 ficou marcada por novo 5º lugar e chegada à final da Taça de Portugal com Manuel Cajuda ao comando da equipa e Renato a merecer a confiança para liderar a defensiva em 32 jogos, marcando 1 golo.
Em 2003/04, repartiu a época por Leiria com 12 jogos e 2 golos e Matosinhos com 13 jogos pelo Leixões. Regressou na época seguinte, para realizar 30 jogos e marcar 2 golos. Fez mais três épocas em Leiria, com 26, 22 e 4 jogos disputados respectivamente. A época passada resolveu voltar aos relvados depois de anunciar a despedida para representar o Salgueiros 08 nos escalões distritais, disputando 22 jogos e marcando 2 golos.


Carreira

1991/92: Salgueiros

1992/93: Salgueiros

1993/94: Salgueiros

1994/95: Salgueiros

1995/96: Salgueiros

1996/97: Salgueiros

1997/98: Salgueiros
Sporting

1998/99: Sporting
V. Setúbal

1999/00: U. Leiria

2000/01: U. Leiria

2001/02: U. Leiria

2002/03: U. Leiria

2003/04: U. Leiria
Leixões

2004/05: U. Leiria

2005/06: U. Leiria

2006/07: U. Leiria

2007/08: U. Leiria

2008/09: Salgueiros 08

Carreira no Sporting*

1997/98: 9;- / -;- / -;-
(Desde Fevereiro)

1998/99: 2;- / -;- / -;-
(Até Janeiro)

*Época: Campeonato (J;G) / Taça (J;G) / Europa (J;G)

Avaliação: Flop